Graduação Artes Cênicas

Monografias

 Apresentamos aqui um inventário com registros das monografias práticas dos nossos formados em Artes Cênicas.

2016.1 CENAS GROTESCAS Estudo e prática à luz de Francisco de Goya e Georg Büchner.  – Natália Caruso

Esse trabalho tem como objetivo fomentar discussões acerca do grotesco. Serão analisadas nesse trabalho a peça Woyzeck, de Geoge Büchner, além dos desenhos de Goya. O objetivo é mostrar a importância da imagem grotesca, tendo em vista não só realizar uma pesquisa formal, como também realizar um processo criativo unindo perspectivas distintas sobre o mesmo assunto. Primeiramente analisarei a importância da imagem no teatro. Logo após irei mostrar o fenômeno grotesco em uma perspectiva factual. Nos capítulos seguintes abro discussão para os dois artistas citados. Por fim concluo a minha pesquisa fazendo ligação com o memorial referente ao meu processo criativo.


2017.1 O menino que bebeu o mar - MATHEUS RAINERI

 

 

2017.2, minha-voz-feminia-tem-folego-curto-ou-a-mataram-afogada- ANA PAULA NIQUINI 

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2017.2 4.48 PSICOSE - JUAN RANGEL

 

 

2017.2 Olùaiyê - Senhor da Terra - KAUÊ ITABACEMA

SINOPSE

"Omolu vive caminhando pelo mundo curando doenças e livrando as pessoas da morte. De passagem pelo Congo, ele salva o príncipe do país de ser escravizado. Entre mitologia, ritualidade e vida, as vivências humanas das personagens se confundem com as narrativas dos Orixás."

 

O espetáculo OLÙAIYÊ - SENHOR DA TERRA faz parte do trabalho de conclusão de curso em Artes Cênicas do ator - e agora diretor (?) - Kauê Itabacema. O espetáculo surge da vontade antiga de escrever uma peça para Omolu e, essa dramaturgia é fruto da pesquisa sobre o entrecruzamento das diferentes nações do candomblé.

 

Espetáculo teatral itinerante que acontece nos dias 9, 10, 16 e 17 de dezembro, sempre às 18:30, pelo campus da PUC-Rio (Gávea). Ponto de encontro: PILOTIS KENNEDY.

Venha com seus fios de conta e de branco pela paz entre as religiões.

 

Direção e dramaturgia: Kauê Itabacema

Atuação: Cadu Paschoal, Diogo Olissil, Francisco Marden Alves, Kauê Itabacema, Raphael Zaremba, Sylvia Nazareth e Thaís Nascimento.

Músicos: Juan Marcelo Azevedo e Pedro Araújo

Figurino: Andrew Sena e Kauê Itabacema

Agradecimentos: Jacira Pinto, Miriam Sutter, Fábio Ferreira, Ana Kfouri, Luiz Oliveira e Rosana Damasio.

 

2017.2 GETH GETH: pensando o Teatro Negro na atualidade - MARI DE OLIVEIRA

A pesquisa tem como principal objetivo entender a trajetória do Teatro Negro brasileiro e mostrar como companhias que surgiram a partir de 1944, como o Teatro Experimental do Negro, influenciaram na montagem de GETH, espetáculo contemporâneo dirigido pela dramaturga Mari Oliveira em parceira com Kauê Itabacema, que também é analisado na pesquisa.

 

 

2018.1 INSOLAção: Arte, encontros e afetos. - DIOGO OLISSIL

Bem estar decorrente da vivência prolongada sob um Sol sem Dó, sem nenhuma reclamação desse intenso calor afetivo”.

Desconstrução do termo insolação, diálogo com palhaço brincante, improvisação e prosa, vivências dos palhaços de uma Cia da Baixada Fluminense que atuam há Oito anos com alegria e disponibilidade. Os lugares que percorrem fazem desse livro improviso, um representante da Cia Artística SOL SEM DÓ, que desenvolve um trabalho e estudo de palhaçaria    pela Baixada Fluminense em lugares como:Trens, Praças públicas, Hospitais, Escolas, Teatros e etc. Com permissão, os andarilhos coloridos levam sorrisos   para vidas secas e molhadas que queiram trocar vivências.

A contação  é intimista, e o público é fundamental para tal experiência, o palhaço/ator narra tais acontecimentos da trajetória da Cia, a partir das páginas soltas e de alguns tópicos do livro que se reescreve e se reconta a cada apresentação. Descompondo a forma palhaço ator  artista homem em uma espécie de passo a passo desse processo, muitas vezes desconhecido. Cada plateia , terá uma experiência única. Sejam bem vindos a essa insolação.  

 

 

2018.1 Sangue de Mosca - Gizelly de Paula

Cinco corpos jovens e sem nome habitam as margens de um espaço cênico. Seus corpos trazem marcas de cansaço e esforço – seja pela compulsão exagerada dos membros, pela repetição mecânica dos movimentos ou pelo sustentar de posições difíceis – quiçá impossíveis, não fosse o fato de que estão ali diante da plateia que já se mescla a eles. Alguns elementos os tornam reconhecíveis: são negros, brancos, gordos, magros, homens, mulheres, carregam uma urgência de comunicação que logo terá vazão à medida que começarem a interagir – circulando, triangulando, construindo e desconstruindo as distâncias entre eles – e regurgitando seus atos de fala.

 

 

 

 

2018.1 SIDERACORPOS A prevalência do corpo e dos seus afetos - MARINA NOGUEIRA

Sideracorpos é um trabalho de pesquisa muito pessoal que culminou na criação de um espetáculo de dança-teatro que apresenta a investigação de corpos do cotidiano e representa a potencialização dos mesmos através da dança. Seis atores-intérpretes, com corpos bem disponíveis que me atravessaram durante o tempo na faculdade, mas que nunca vivenciaram a dança de maneira técnica. A ideia é que eles tivessem contato com essa dança mais estético-técnica sem perder suas individualidades corporais. Assim, eles teriam um novo contato com o próprio corpo, com o outro e comigo nas suas afetividades; estabelecendo o pensamento de que todo corpo é capaz de dançar e que todo movimento é dança.

 

2018.1 SOMOSOM- PAULA LOM

O projeto-processo constitui-se em criar um ambiente ritualístico, não dramático, em que serão explorados a potência do acaso, como também uma onda de movimento pré-existente relacionado à dança, pintura, em que esses corpos em movimento serão disparados por estímulos sonoros.

 

2018.1 TEATRO, ESTÉTICA E POLITICA. A PERIFERIA INVANDE A ACADEMIA - Natália Balbino

 

2018.2 Diferencial Realizações (o cuidado entre o produtor e o artista)- DAYENE RUFFO 

 

2019.1 Cascos e Carícias- ABILIO

“As incongruências, os absurdos, a estupidez, a selvageria, o imponderável”. Baseada nas crônicas de Hilda Hilst, Cascos e carícias destaca o desejo sobre  discutir o pensamento e as ações humana na busca de responder questões sobre o que é ser humano e sobre o que é viver diante ao caos social.

 

2019.1 ARABUTÃ- ANA PAULA ROLÓN, ANDREW PESSOA, LIVIA VREULS E THAIS NASCIMENTO

Arabutã é um acontecimento cênico, imerso em uma instalação sensorial e afetiva, que convida todos ao reencontro com nossas memórias coletivas e individuais. Através de nossas histórias familiares e ancestrais, fazemos emergir as vozes silenciadas de uma costura antiga que liga o Brasil e o Paraguai. Sendo a natureza o refúgio de nossas dores e prazeres, soltamos nossas palavras de fogo, banhados na água que molha a terra que habitamos com grito soprado no eco.

 

Elenco: Ana Paula Rolón, Andrew Pessoa e Thaís Nascimento.

Instalação: Livia Vreuls.

Iluminação e operação: Gean Alves.

Direção: Coletiva.

Preparação Corporal: Andrew Pessoa

Dramaturgia: Ana Paula Rolón, Kauê Itabacema, Lucas César e Thaís Nascimento.

Figurino: Coletivo.

Edição de áudio: Leônidas Oliveira.

Vídeo: Cadu Paschoal.

Colaboração artística: Thiago Catarino

*Projeto-pesquisa de conclusão de graduação em Artes Cênicas das/os formandas/os: Ana Paula Rolón, Andrew Pessoa, Livia Vreuls e Thaís Nascimento.

 

2019.1 lágrimas insubmissas das espiritas santas- ANA LUIZA LAMOGLIA

" (...) em baixa voz

Violento os tímpanos do mundo.

Antevejo.

Antecipo.

Antes-vivo.

Antes - agora - o que há de vir.

Eu, fêmea-matriz

Eu, força-motriz

Eu-mulher" (Conceição Evaristo)

Projeto nasce da necessidade de falar. Falamos, a vida nos aconteceu. Trabalho de conclusão de curso da artista Luiza Lamoglia, uma santa ceia feminista contendo colagens de textos, vozes e atravessamentos de diversas mulheres-personagens que nos inspiraram, inspiram e continuarão inspirando ao longo da história. Ontem, hoje, amanhã.

 

2019.2 EPIDERME show-performance - GABRIEL PERELO

É  a reverberação de uma pesquisa cênica e sonora de Gabriel Perelo, artista suburbano de Irajá, Rio de Janeiro. O show traz suas músicas autorais e algumas versões. A linguagem boêmia-tropical se baseia em ritmos cariocas como Funk e Samba, mas também traz referências de Ritmos Latinos, Jazz e Eletrônico Francês, além dos Clássicos e MPB no geral. O cantor evoca seus atravessamentos de forma subjetiva, mas pra falar de um mundo inteiro através da sua visão. Epiderme é sobre relação humana, liberdade e comunhão. O extraordinário habita no cotidiano.

 

2019.2 Experimentações: a dança de um corpo vazado ou o vazio de um corpo dançante- Gean Alves

 

2019.2 Express Yourself- LUCAS MOREL 

EXPRESS YOURSELF se apropria das letras da cantora Madonna e as transformas em atos de fala em uso conjunto do corpo como campo de força. O entendimento de cada artista na sua fala para assim conseguirmos entender o nosso lugar no mundo com a ajuda da linguagem musical.

 

2019.2 BR ou Marcha Lenta para Pés Desbravadores- THIAGO CATARINO

 

2019.2 FASAMAHANA COLETIVOS INTIMOS- Renata Dias

2020.1 CRÔNICAS PARA ELA - FAED BRENO

Crônicas Sobre Ela é um resultado de um processo através de improvisação dos viewpoints e vídeos que foram produzidos com relação ao focos móveis tendo como tema central relações e encontros com o sentimento de pensar a morte.

 

2020.2 Assim vão saber que eu existi- Amanda Aguiar

“Me pergunto se a sensação de morrer é algo assim, como se o tempo parasse.”

As duas últimas cartas deixadas por Virginia às duas pessoas que amava. Em que ponto a loucura e o amor questionam a decisão de se manter vivo?

 

Ficha Técnica:

Direção e Roteiro: Amanda Aguiar

Elenco: Duda Capotorto

Trilha Sonora: GINCAJU

Edição e Finalização: VITOFILMS

Orientação: Fernanda Bond

Obra baseada em cartas de Virgínia Woolf

 

2020.2 O canto do sonho cor de rosa- Linda Ramalho

“Este vídeo é uma peça do meu projeto final de conclusão de curso para a graduação em artes cênicas na PUC-Rio. Apresento 5 músicas junto com uma Ação que represente, de forma artística, minhas percepções sobre cada uma. É um reflexo da minha formação como artista, que se iniciou em 2015.2, e fecho o ciclo agora. Minha experiência profissional e estudantil se mostra imageticamente aqui. Meu objetivo é sintetizar quem eu sou, para onde fui, e para onde eu vou.”

 

2020.2 ENTRE: o livro filme - Lucas Cézar

ENTRE: o livro filme nasce a partir de questionamentos acerca do amor romântico e suas raizes em torno do EU. A fim de compreender as relações como também uma história dos afetos, divide-se em 4 atos de amores costurados pelas transições ENTRE si.

 

2020.2 Ao acaso- Sabrina L’Astorina

Nesse período conturbado que estamos vivendo, quais meios temos para produzir ? Decidi fazer uma experimentação de uma forma de produção, inspirada em um trabalho de Merce Cunningham, que foi feito todo ao acaso.

 

2020.2 Poéticas Urbanas: A Pichação Como Dramaturgia - Rodrigo Coutinho

Um estudo e pesquisa que correlaciona a prática da pichação no Brasil como ato poético e dramaturgico. Entender principalmente que a rua fala através das paredes.

 

2020.2 Cabaré: Uma Linguagem artística transgressora e popular - Celso André Gomes Monteiro de Carvalho

Carvalho, Celso Andre Gomes Monteiro de. Cabaré: uma linguagem artística transgressora e popular. 81p. Rio de Janeiro, 2020. Trabalho de conclusão de curso apresentado ao curso de Artes Cênicas da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.

O estudo propõe refletir o cabaré enquanto linguagem artística e um espaço de existência e resistência cultural, arte marginal, corpos desviantes e narrativas transgressoras que desafiam o status quo a partir de provocações e reflexões de temas tabus à sociedade. O objetivo desse estudo é apresentar um breve panorama histórico da linguagem, com seus antecedentes e características marcantes, além de comentar a obra de artistas contemporâneos do Rio de Janeiro que abraçaram a linguagem de cabaré em suas produções performáticas. Os coletivos contemporâneos observados são: Cabaré Mystico, Buraco Show, Rival Rebolado, Cabaré Incoerente, Beco da Serpente Cabaré.

imagem  art:  Toulouse-Lautrec  fonte: pinterest

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