Graduação Artes Cênicas

Normas acadêmicas

Normas acadêmicas

 

Informações relativas a abono de faltas, atestado médico para 2a chamada, ética acadêmica, regime de créditos, tipos de disciplinas a cursar, regime de créditos e responsabilidades do aluno.

Demais normas acadêmicas da PUC estão em http://www.puc-rio.br/sobrepuc/depto/dar/procedimentos_menu.html

 

 

Abono de Faltas

http://www.puc-rio.br/sobrepuc/depto/dar/procedimentos.html#abono

demais normas gerais:  http://www.puc-rio.br/sobrepuc/depto/dar/procedimentos_menu.html

 

Atestados Médicos  visando 2as chamadas, etc

O aluno (ou seu procurador) deverá comparecer ao setor de Atendimentos da DAR para dar entrada nestes documentos. No Atestado, um laudo médico deverá estar presente. Atestados simples não servem. Os documentos médicos devem ser apresentados por médicos especializados na condição levantada (cardiologistas para problemas cardíacos, dentistas para problemas dentários, etc).

Informações adicionais necessárias são:

  1. Indicação do número CID (Código Internacional de Doenças) e
  2. Recomendação médica sobre a saúde do aluno (redução de carga integral ou parcial, etc.).

Alunos cuja condição médica seja incompatível com trabalhos de campo ou que estejam cursando disciplinas que exijam a presença em sala de aula (como por exemplo, disciplinas de Estágio Supervisionado) poderão solicitar o cancelamento administrativo da mesma.

Demais normas gerais:  http://www.puc-rio.br/sobrepuc/depto/dar/procedimentos_menu.html

 

Ética acadêmica

Trabalho acadêmico e autoria - uma questão ética e jurídica


No âmbito universitário, espera-se do aluno mais do que a mera capacidade de utilizar obras de consulta. Desde o primeiro semestre do curso de graduação até a conclusão do doutorado, e ao longo da carreira profissional no caso daqueles que se tornam professores e pesquisadores, exige-se do acadêmico que leia, reflita e comente aquilo que foi lido. O trabalho acadêmico, portanto, ainda que tenha como ponto de partida pressupostos, conceitos, conclusões e opiniões alheias, precisa conter alguma coisa de novo — avaliações, comparações entre diferentes pontos de vista, críticas e ressalvas, análises de dados novos — para que possa ser considerado um trabalho original. Um texto que não contenha outra coisa senão passagens copiadas e coladas de textos já existentes, ainda que contendo ligeiras mudanças de forma, não é aceitável no âmbito universitário.

Sem dúvida, nenhum trabalho acadêmico é inteiramente original. Todo pesquisador parte de conceitos e conclusões anteriores, para reafirmá-los, modificá-los ou refutá-los. Assim, quando redigimos um texto, muitas vezes sentimos necessidade de incluir passagens de trabalhos alheios, ou de recorrer a conceitos desenvolvidos ou dados levantados por outros autores. Mas nesses casos é importante diferenciar com nitidez aquilo que estamos afirmando e propondo daquilo que foi pensado e dito por outros antes de nós, observando certas regras cujo objetivo é explicitar a autoria do material citado.
Em suma: na redação de qualquer trabalho num curso de ensino superior — seja um teste, uma prova, um trabalho de fim de curso, um artigo apresentado num seminário ou publicado num periódico, uma dissertação de mestrado ou uma tese de doutorado — é necessário deixar claro até onde se está repetindo o que algum autor afirmou.

Há três maneiras diferentes de incorporar material de outro autor no texto que se está escrevendo: a citação direta, a paráfrase e o resumo.

Quando fazemos uma citação direta de um autor, copiamos literalmente uma passagem de seu texto. A citação pode ser feita de mais de um modo. Nos casos em que o trecho citado é relativamente longo — digamos, mais de três linhas — a prática mais utilizada é colocar o trecho em destaque (pulando-se uma linha antes e outra depois, muitas vezes fazendo-se um recuo na margem e usando-se uma fonte menor) e especificar o autor, a obra e a página em que ocorre a citação. Eis uma típica citação longa:
A citação é um corpo estranho em meu texto, porque ela não me pertence, porque me aproprio dela. Também a sua assimilação, assim como o enxerto de um órgão, comporta um risco de rejeição contra o qual preciso me prevenir e cuja superação é motivo de júbilo. (COMPAGNON 1996, p. 28)

Observe que a fonte da citação aparece abreviada, remetendo à bibliografia que deverá aparecer no final do trabalho. Lá encontraremos um item como o que se segue:
COMPAGNON, Antoine. O trabalho da citação. Trad. de Cleonice P. B. Mourão. Belo Horizonte: Editora UFMG, 1996.

Este item nos diz que a obra de Antoine Compagnon publicada em 1996, da qual foi extraída a citação, chama-se O trabalho da citação. Observe que a remissão que aparece entre parênteses após a citação — “COMPAGNON 1996, p. 28” — especifica que o trecho citado aparece na página 28 do livro. A indicação de fonte pode também ser dada, por extenso ou de modo abreviado, numa nota de rodapé.

Quando o trecho citado é bem curto — menos de três linhas, em geral — o mais comum é incorporá-lo ao parágrafo em que ele aparece, porém demarcando-se a passagem citada com aspas. Assim, se no decorrer do presente texto se quisesse citar uma frase do trecho transcrito acima, ela poderia ser inserida neste parágrafo como se segue: “A citação é um corpo estranho em meu texto, porque ela não me pertence, porque me aproprio dela” (COMPAGNON 1996, p. 28). Se houvesse interesse em suprimir um trecho da passagem, isso seria indicado através de reticências encerradas entre colchetes: “A citação é um corpo estranho em meu texto [...] porque me aproprio dela”.

Uma outra maneira de incorporar um trecho alheio é o recurso à paráfrase. Quando parafraseio um texto, digo a mesma coisa que o autor, mas não com as mesmas palavras. Mesmo assim, é importante manter a indicação de autor, obra e página. Assim, seria possível comentar no decorrer deste texto que, segundo COMPAGNON (1996, p. 28), a citação é algo estranho que foi incorporado a um texto, mas que não faz parte dele. Observe-se que neste caso não se utilizam as aspas.

Há ainda uma terceira maneira de fazer referência a um texto alheio: apresentar um resumo das ideias do autor. Nesse caso, poderíamos dizer que Compagnon (1996) defende tais e tais posições com relação ao trabalho de citação, condensando em um único parágrafo os conceitos centrais do livro. Nesse caso, só seriam citadas páginas específicas se fossem transcritas passagens pontuais; caso contrário, bastariam as referências ao autor e à obra.

Os exemplos acima foram extraídos da obra de um autor francês publicada no Brasil, em tradução para o português. Se desejasse citar uma obra publicada em língua estrangeira, porém traduzindo as passagens citadas, eu teria de agir tal como antes, porém especificando, entre parênteses ou em nota de rodapé: “A tradução é minha” ou “Minha tradução”.

Resumindo: sempre que temos interesse em citar um trecho de um texto, ou utilizar conceitos expressos num texto alheio, devemos delimitar com clareza as passagens citadas e especificar qual autor está associado a quais conceitos. Quem utiliza conceitos e transcreve trechos sem dar crédito ao verdadeiro autor incorre em plágio, que é uma violação do código de ética vigente no mundo acadêmico e constitui também uma violação dos direitos autorais, um ilícito civil e penal, de acordo com a legislação brasileira. Mesmo que não tenha havido intenção de enganar, mesmo que a falta de atribuição de crédito tenha sido causada por descuido ou falta de atenção, o autor de um trabalho pode ser acusado de plágio se utilizar de maneira indevida textos ou conceitos de outro autor.

O aluno que entrega um trabalho contendo material de autoria alheia sem indicação de fonte pode não sofrer punições legais por violação de direitos autorais, já que seu texto não foi publicado, mas está sujeito a sanções no âmbito da universidade. No Departamento de Letras da PUC-Rio, essas sanções incluem nota zero no trabalho em que foi detectado plágio, além de medidas adicionais que poderão ser tomadas pela Comissão Geral.

Lembre-se sempre de destacar as citações diretas em seus textos, e de identificar com clareza os autores responsáveis por quaisquer conceitos ou dados por você utilizados. Todos os seus trabalhos devem vir acompanhados de uma seção de referências bibliográficas, especificando os textos que você consultou, seja em livros, periódicos, jornais ou sites na internet. Em caso de dúvida, consulte seu professor. Não se exponha ao risco de incorrer em plágio.

 

Regime de créditos

Assim como os demais departamentos da Universidade, o Departamento de Letras adota o chamado regime de créditos: a cada disciplina é atribuído um número de pontos (créditos) que refletem o número de horas de aula julgadas necessárias para o aprendizado de seu conteúdo.

Dessa forma, o desempenho do aluno em sua vida escolar é contabilizado, não em função do número de anos, séries ou blocos de disciplinas por ele cursados, mas em função do estudo e do esforço necessários para o aprendizado de cada disciplina. Ao final de cada semestre, o aluno recebe um histórico escolar, em que consta o seu coeficiente de rendimento (CR), isto é, uma média ponderada das notas obtidas em cada disciplina, levando-se em conta os créditos atribuídos a cada uma delas. Só serão contabilizadas no CR as notas das disciplinas que integram o currículo do curso escolhida pelo aluno.

Como o currículo de cada aluno é constituído por um determinado número de disciplinas, considera-se cumprido o referido currículo quando o aluno tiver obtido o total de créditos correspondente a ele.

 

Tipos de disciplinas a cursar

  • Disciplinas obrigatórias básicas do curso de Letras (código OB): disciplinas obrigatórias comuns a todos os Cursos do curso de Letras.
  • Disciplinas obrigatórias do curso (código OC): disciplinas obrigatórias específicas do curso escolhido.
  •  Disciplinas optativas básicas (código PB): disciplinas de formação básica, que o aluno de Letras deve cursar nas áreas de Filosofia e de Sociologia ou História.
  • Disciplinas obrigatórias e optativas de cultura religiosa (código OR ou PR).
  • Disciplinas eletivas livres (código ELL0900): disciplinas que cabe ao aluno escolher dentro ou fora do departamento.
  • Disciplinas eletivas do departamento (código ELD0900): disciplinas que cabe ao aluno escolher dentro do departamento.
  • Disciplinas optativas do curso (código PC): disciplinas que cabe ao aluno escolher dentro do curso pelo qual optou. São relacionadas em grupos, podendo o aluno optar por uma ou mais disciplinas até atingir o número de créditos estabelecido no currículo para cada grupo. As disciplinas específicas que compõem cada grupo estão disponíveis nas secretarias dos cursos e na seção específica de cada curso na página da PUC.

 

Dispensa de disciplinas

Os alunos que desejarem cursar cursos bilíngues poderão ter até 27 créditos creditados a seu favor em disciplinas de Língua Inglesa, nos seguintes casos:

  1. ao apresentarem o diploma da Universidade de Michigan e o Certificado de Treinamento de Professor do Instituto Brasil-Estados Unidos (TTC Certificate); ou
  2. ao apresentarem o diploma “Proficiency in English” ou o “Certificate in Advanced English”, da Universidade de Cambridge; ou
  3. ao apresentarem o diploma “Higher Level”, expedido pela Universidade de Oxford; ou
  4. ao apresentarem o Certificado de Proficiência, da Universidade de Miami.

O pedido de dispensa de disciplinas de Língua Inglesa deverá ser solicitado no primeiro mês de aula do curso, na Diretoria de Admissão e Registro (DAR).

 

Responsabilidades do aluno

Ao longo de todo o curso, o aluno é responsável pela escolha das disciplinas que deseja cursar a cada semestre, sendo proibido apenas de quebrar as cadeias de pré-requisitos entre as disciplinas. Para orientar-se, contará com a ajuda do coordenador de graduação, dos coordenadores de área e dos professores, com quem poderá discutir, a cada semestre, as melhores opções entre as disciplinas oferecidas ou qualquer outra questão de natureza acadêmica que lhe ocorra.

A partir do 2o período de créditos, a cada semestre em data a ser divulgada pela DAR, o aluno deverá escolher as disciplinas que tem intenção de cursar no semestre subsequente. Se for recusado em alguma disciplina (por horários coincidentes, falta de vagas, etc.) ou se mudar de ideia quanto às disciplinas que deseja cursar, poderá solicitar alteração de matrícula na 2ª FASE DE MATRÍCULA ou no DE/PARA, com data a ser divulgada também pela DAR.

Excepcionalmente, no 1o período de créditos, o aluno calouro não escolhe as disciplinas que vai cursar, sendo sua matrícula automática. Não lhe é facultado pedir acréscimo ou troca de disciplinas, sendo permitido apenas o cancelamento.

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