Revista SEMEAR 2  
   
A expressão da concessividade em Vieira
 

Eneida do Rêgo Monteiro Bomfim
PUC-Rio

Este trabalho insere-se num plano de maior porte: a investigação dos recursos e a descrição das estruturas da expressão da concessividade em etapas diferentes do português. Prende-se, ainda, à pesquisa que venho desenvolvendo sobre aspectos da língua do Pe. Antônio Vieira, procurando determinar as convergências e divergências entre seu texto e os de seus contemporâneos.

A presente comunicação pretende: 1. apontar os diferentes recursos utilizados por Vieira para expressar a concessão; 2. determinar as condições de realização lingüística das construções concessivas mais freqüentes e 3. apresentar uma amostra da utilização retórica do processo.

Como fonte de dados, serviram: 1. a reprodução fac-similada da edição dos Sermões de 1696, organizada pelo Pe. Augusto Magne (São Paulo: Anchieta, 1943-1945, 16 volumes) e 2. o Tomo Primeiro das Cartas do Pe.António Vieira, coordenadas e anotadas por J. Lúcio d’Azevedo (Coimbra: Imprensa da Universidade, 1925).

O espaço que me é concedido e a ocasião não permitem o aprofundamento dos tópicos tratados. Espero, entretanto, poder dar uma idéia daquilo que vem sendo pesquisado.

O termo concessiva tem sido alvo de restrições por parte de estudiosos da atualidade, porque não daria conta da complexidade do fenômeno a que se aplica. Sendo uma denominação já consagrada na tradição lingüística, limito-me a tecer considerações de ordem geral sobre interpretações da estrutura que a nomenclatura tradicional designa como oração concessiva.

É habitual o reconhecimento de que essas estruturas se comportam como sintaticamente subordinadas, que se prendem à área semântica da oposição, constraste, sendo, por esse aspecto, aparentadas das adversativas. Na Gramática da Língua Portuguesa de Mateus et alii (1989), no capítulo dedicado aos “Mecanismos de estruturação textual”, as construções concessivas são vistas como casos de contrajunção ou função contrastiva, do mesmo modo que as adversativas. Distinguem-se das frases cujos conteúdos proporcionais mantêm entre si uma subordinação semântica. Esse tipo de construção engloba as orações causais, condicionais e conclusivas (Mateus et alii, 1899: 298 e segs.) que, do ponto de vista da sintaxe, se incluem na coordenação ou na subordinação.

Examinando-se os exempos de 1 a 3 verifica-se que a condição para viajar expressa em (1) está bloqueada em (3) e a razão impeditiva da viagem em (2) tida pelo locutor como uma expectativa do destinatário, também está contrariada em (3).

(1) Se chover, não iremos viajar.
(2) Como choveu não viajamos.
(3) Mesmo que chova, iremos viajar.

Essas considerações vão ser importantes para a compreensão do jogo retórico que Vieira estabelece entre causa e concessão, a partir de estruturas gerundiais, no “Sermão do Mandato de 1645”.

Os compêndios de gramática relacionam como introdutoras de orações concessivas uma lista de conjunções ou locuções, muitas delas pouco usadas atualmente.

Aponta-se, também, que as expressões por mais… que, por muito… que ou por, seguido de adjetivo ou advérbio… que, introduzem concessivas intensivas. Há unanimidade, também, quanto à seleção do modo dessas construções: o subjuntivo. A observação é válida para o português formal contemporâneo, mas não se aplica a etapas anteriores da língua, inclusive ao século XVII. Vieira usa o verbo da concessiva no indicativo ou no subjuntivo, conforme a ocorrência secundária seja real ou imaginária. O mesmo observa-se em Bernardes e outros, entre os quais frei Vicente do Salvador, iniciador da historiografia no Brasil.

Nos textos estudados são comuns construções de valor concessivo, introduzidas pelas expressões com ser ou com serem, fazendo-se a concordância, o que mostra que a expressão não está gramaticalizada.

“Com ser tanto e tão continuado o trabalho deste Irmão, quando as ocupações lhe davam algumas breves tréguas, não o acharam senão na capela de joelhos”.
(Carta ao Geral da Companhia de Jesus, 30 de setembro de 1626)

“E com os ouvintes de entendimentos agudos e os ouvintes de vontades endurecidas serem os mais rebeldes, é tanta a força da divina palavra, que, apesar da agudez, nasce nos espinhos, e apesar da dureza, nasce nas pedras”.
(Carta da Sexagésima, 1655)

Neste trecho observam-se torneios concessivos introduzidos pela locução prepositiva apesar de.

Outros processos, estranhos ao português atual, podem ser observados em Vieira como os abaixo relacionados:
•com que, empregado com subjuntivo.

“Duarte Nunes, conforme o que eu lhe prometi, espera que V. Exa. lhe remeta dinheiro; mas com que V. Exa. o mande para o negócio que aqui havemos de fazer com seu filho, cuido se dará por contente até vir o de Portugal”.
(Carta ao Marquês de Niza, 10 de fevereiro de 1648)

•quando, com subjuntivo e reforçado por contudo.
•com e infinitivo

“E, quando contudo os ministros franceses insistam, com se lhes mostrar a impossibilidade tão notória em que estamos e com lhes dizermos que não nos queremos obrigar ao que depois não podemos cumprir, parece que é toda a satisfação que lhes devemos dar”.
(Carta ao Marquês de Niza, 27 de janeiro de 1648)

• quando e pretérito mais-que-perfeito do indicativo.

“[…] donde se colhe que em quarenta e dois dias chegou a armada desde a ilha da Madeira a Pernambuco, que, quando fora uma só caravela, era boa viagem”.
(Carta ao Marquês de Niza, 24 de fevereiro de1648)

•se bem e indicativo

“Até os 2 de Fevereiro esperamos a conclusão desta paz com Castela, da qual segundo opinião de alguns depende a nossa, de que eu muito duvido, se bem o céu ajuda com tanta evidência a nossa parte, que o menor sucesso que se pode esperar de tão extraordinários favores, é o que aqui pretendemos”.
(Carta ao Marquês de Niza, 27 de janeiro de 1648)

Os conectivos concessivos mais freqüentes em Vieira são, pela ordem, ainda que e posto que, obedecendo, sempre, à oposição rigorosa entre indicativo e subjuntivo.

Na Carta ao Geral da Companhia de Jesus (30 de setembro de 1626), há um predomínio expressivo de ainda que com indicativo (5 x 1). O fato justifica-se por tratar-se de um relatório circunstanciado que narra os principais fatos ocorridos nas diversas casas da província dos Jesuítas no Brasil e os transtornos decorrentes da tomada da Bahia pelos holandeses e da fuga da população, inclusive dos padres para o interior.

“Isto foi causa de se estender o dia e a guerra, porque, ainda que era noite, vencia as trevas dela a claridade do fogo…”
(Carta ao Geral da Companhia de Jesus,
30 de setembro de 1626)

“[…] surgiram na baia da Traição para aguada, tendo primeiro intentado entrar a cidade da Paraíba, mas sem efeito, por andar o tempo verde, os mares grossos e a barra ser infestada de baixos pouco sabidos, nos quais, ainda que navios pequenos nadem, as naus grandes, como eram as dos inimigos, não podiam deixar de tocar”. (Ibidem)

Nas cartas que escreveu em missão diplomática, as ocorrências com indicativo ou subjuntivo equilibram-se. O emprego do subjuntivo enfatiza o caráter de incerteza enquanto o indicativo aplica-se ao certo.

“Senhor meu — Escrevo esta já de Holanda, e ainda que se aumenta a distância e a ausência, posso afirmar com toda a verdade a V.Mce que não se diminuem, antes crescem cada vez mais as saudades”
(Carta a Pedro Vieira da Silva, 30 de dezembro de 1649)

“[…] e agora tenho por quase certo que se não concluirá, por mais que digam os que vão, e escrevam os que ficam, ainda que a paz entre Castela e Holanda se publique, que é o termo que lhe assinam os ministros de França e nossos”. (Ibidem )

O mesmo equilíbrio nota-se nos Sermões.

“Por isso diz Cristo que semeou o lavrador do Evangelho o trigo seu: Semen suum. Semeou o seu e não o alheio, porque o alheio e o furtado não é bom para semear, ainda que o furto seja de ciência”.
(Sermão da Sexagésima, 1655)

“Porque ainda que Deus para castigar os pecados tem a razão de sua justiça, para os perdoar e desistir do castigo, tem outra razão melhor, que é a da sua glória”.
(Sermão pelo bom sucesso das armas de Portugal
contra as da Holanda, 1640)

O valor de embora no português como conjunção concessiva é recente. É bom lembrar sua história. Era costume antigo utilizar-se a expressão em boa hora como uma fórmula de bom augúrio ou de cortesia. Daí resultou a forma aglutinada embora que perdurou com este valor aos verbos ir, vir como reforço da idéia de afastamento. Uma extensão do emprego de embora, assinalada por Said Ali, distanciou-se do uso primitivo e “introduziu-se também em orações optativas e outras para denotar que se concede a possibilidade do fato, ou que o indivíduo que fala não se opõe ao seu cumprimento” (Said Ali, 1965: 190). Essa etapa é intermediária entre o uso primitivo e o atual.

No Dicionário de Antônio de Moraes Silva, cuja primeira edição é de 1789, portanto, quase um século depois da morte de Vieira, está registrado um uso de embora como substantivo, na acepção de parabéns e, ainda, um uso que equivaleria a “seja assim”ou “não me importa”. Esse emprego está de acordo com a observação de Said Ali, transcrita acima.

Em Vieira encontram-se exemplos ilustrativos do valor semântico intermediário que, de certa forma, deixam vislumbrar a possibilidade de uma interpretação concessiva.

“Já que não quereis, Senhor, resistir ou moderar o tormento, já que não quereis senão continuar o rigor e chegar com ele ao cabo, seja muito embora, matai-me, consumi-me, enterrai-me”
(Sermão pelo bom sucesso das armas de Portugal
contra as da Holanda, 1640)

“E para que o vejais com cores humanas, que já vos não são estranhas, dai-me licença que eu vos represente primeiro ao vivo as lástimas e misérias deste futuro dilúvio e se esta representação vos não enternecer e tiverdes entranhas para o ver sem grande dor, executai-o embora”.
(Ibidem)

“A peça que acertou, soe muito embora, atroe o Mundo, estremeça a terra com seu estampido; mas a peça que errou, a peça que não fez nada, a peça que não fez mais que empobrecer os armazéns de El-Rei sem proveito, por que há de soar, por que há de ser ouvida?
(Sermão da Visitação de Nossa Senhora, 1639)

As construções com o gerúndio, em português, de maneira semelhante ao que acontece com o ablativo absoluto latino, podem veicular as noções de causa, concessão, condição, modo e tempo. Há empregos que, sem prejuízo do sentido geral da frase, podem ser interpretados como causa/tempo ou condição/tempo.

As Cartas são uma excelente fonte de exemplos de gerúndio, mas fiquemos com os Sermões.

Causa/tempo

“Vendo o demônio que o Senhor se defendia da tentação com a Escritura, leva-o ao Templo […]”
(Sermão da Sexagésima, 1655)

Condição/tempo

“E que faria neste caso, ou que devia fazer o semeador evangélico, vendo tão mal logrados seus primeiros trabalhos”.
(Ibidem)

Causa

“Chorarão as mulheres, vendo que se não guarda decoro à sua modestia, chorarão os velhos vendo que não se guarda respeito a suas cãs […]”
(Sermão pelo bom sucesso das armas de Portugal
contra as da Holanda, 1640)

Condição

“Dirão, pelos efeitos que vêem, que a nossa Fé é falsa, e a dos holandeses é verdadeira, e crerão que serão mais cristãos sendo como eles”.
(ibidem)

Modo

“E como nestes três modos de ajustar o querer com o poder ou igualando, ou excedendo, ou diminuindo, se pode alterar muito a devida proporção, vejamos pela mesma ordem, qual será a mais acertada e por isso mesmo a mais conveniente”.
(Sermão da Terceira Dominga depois da Epifania)

Tempo

“Falando dos peixes, Aristóteles diz que só eles, entre todos os animais, se não domam nem domesticam”.
(Sermão de Santo Antonio, 1651)

Quanto à concessão, reservo-me para tratá-la em função do “Sermão do Mandato de 1645”.

O tema do Sermão do Mandato de 1645 é o amor místico, mais exatamente, a fineza do amor de Cristo. Servem de ponto de partida as palavras do Evangelho (S.João, XIII, 1): “Sabendo Jesus chegada a sua hora de passar deste Mundo para o pai, como tivesse amado os seus que estavam no Mundo, até o fim os amou”.

O orador declara que o que pretende mostrar é que “só Cristo amou finamente, porque amou sabendo: Sciens; e só os homens foram finamente amados, porque foram amados ignorando: Nescis”.

O desafio proposto é trocar a ciência (ligada a sciens — sabendo) com a ignorância (ligada a nescis — ignoras), conservando-se a primeira do lado de Cristo e a segunda, do lado dos homens.

Interprete-se: Cristo amou, sabendo, não porque sabia mas embora soubesse. Os homens, foram amados, ignorando, não porque ignoravam, mas embora ignorassem.

Um argumento proposto para argüir a fineza do amor é tomado de S. Bernardo: Amor non quaerit causam, nec fructum. Deduz o orador: “Se amo porque me amam, tem o amor causa; se amo, para que me amem, tem fruto: e o amor fino não há de ter por quê nem para quê”.

A contestação da razão, cuja existência abalaria a fineza do amor, vai realizar-se lingüisticamente, sobretudo pela oposição entre formas de gerúndio que devem ser interpretadas ora como causa (razão, motivo) ora como concessão (quebra de uma expectativa).

Volto ao início desta apresentação, quando foi dito que uma construção concessiva bloqueia a expectativa do destinatário, seja na condição seja na causa. A interpretação do enunciado não se dá no nível do conteúdo das proposições, mas no nível dos atos de fala. Seja o exemplo abaixo, tirado do próprio “Sermão do Mandato”:

“Pinta-se o amor sempre menino, porque ainda que passe dos sete anos, como o de Jacó, nunca chega à idade da razão”.

Isolando o fragmento que se inicia por ainda que podem ser reconhecidos dois segmentos: 1. ainda que passe dos sete anos como o (amor) de Jacó e 2. nunca chega à idade da razão. Digamos que o primeiro segmento corresponda a um conteúdo A (passar dos sete anos) e o segundo a um conteúdo B (nunca chegar à idade da razão). Passar dos sete anos (A), pelo nosso conhecimento de mundo é atingir a idade da razão (negado no conteúdo de B).

A presença de ainda que orienta a leitura para B, marcada pela presença em B da negativa nunca.

A negação não precisa ser necessariamente explicitada, como se pode ver em:

“[…] ainda que o crescer seja aumento, é aumento que supõe imperfeição”. (Sermão do Mandato)

Quando a construção se faz com o gerúndio, a ausência de conectores que sinalizem a leitura obriga o destinatário a um exercício constante para acompanhar o pensamento.

Esse é o convite do pregador no “Sermão do Mandato”: destorcer os fios que ele mesmo emaranhou trocando o sciens com o nescis e o nescis com o sciens.

Tentemos acompanhá-lo.

Analisemos a proposta:
• apresenta-se uma oposição: sciens x nescis;
• propõe-se uma troca entre os dois elementos, impondo-se uma condição: sciens, do lado de Cristo e nescis, do lado dos homens;
• embaralhados os fios, vamos destorcê-los.

A tônica do sermão é que Cristo amou sem ter razão (causa). Cristo conhecia os homens, logo, do ponto de vista humano, não tinha razão para amá-los. Ainda assim, Cristo amou os homens.

A orientação da leitura precisa, portanto, ser encaminhada para o bloqueio da causa, esta tomada como a expectativa dos homens.

Isso se aplica à interpretação do trecho a seguir, tradução de S.João, XIII, 3 e 4.

“Sabendo (embora soubesse) que era Filho de Deus, começou a despir as roupas” (os parênteses são meus).

Observe-se a oposição entre gerúndio causal e gerúndio concessivo, a partir de uma hipótese.

“Se Cristo dissera — Tenho sede — cuidando (porque cuidava) que lhe haviam de dar água era pedir alívio; mas dizer — Tenho sede — sabendo (embora soubesse) que lhe haviam de dar fel, era pedir novo tormento” (os parênteses são meus).

O bloqueio da causa é confirmado abaixo:

“Amou e padeceu por todos, e por cada um, não como era bem que eles fossem, senão assim como eram. Pelo inimigo, sabendo que era inimigo; pelo ingrato, sabendo que era ingrato; e pelo traidor, sabendo que era traidor”.

Adiante, é ressaltado o caráter enganoso do amor dos homens: “Ou porque o que amam não é o que cuidam; ou porque amam o que verdadeiramente não há”.

Vieira utiliza o gerúndio com valor causal para confirmar essa afirmação:

“Quem estima vidros, cuidando que são diamantes, diamantes estima e não vidros; quem ama defeitos cuidando que são perfeições, perfeições ama e não defeitos”.

A oposição entre causa (ligada aos homens) e concessão (ligada a Cristo) nota-se a seguir.

“E amar ao inimigo, cuidando que é amigo; e ao traidor, cuidando que é leal; e ao ingrato, cuidando que é agradecido, não é fineza, é ignorância. Por isso o vosso amor não tem merecimentos, nem é senão engano. Só o de Cristo foi verdadeiro amor e verdadeira fineza, porque amou os seus como eram,e com inteira ciência do que eram — ao inimigo, sabendo o seu ódio; ao ingrato, sabendo a sua ingratidão; e ao traidor, sabendo a sua deslealdade: Sciebat enim quisnam esset, qui traderet eum”.

A causa fica da parte dos homens, a concessão da parte de Cristo. Os homens precisam de “por quê” e “para quê” para amar porque seu amor não é fino. Só Cristo amou finamente, porque amou sabendo.

Acredito ter sido possível destorcer os fios, colocando, do lado de sciens, Cristo, desprendimento, amor fino; do lado de nescis, os homens, interesse, amor ilusório e iludido.

A fórmula foi seguir a orientação de leitura do texto, bloqueando a causa, isto é, a expectativa dos homens, por meio da construção concessiva de gerúndio, o que afirmou e confirmou a fineza do amor de Cristo.

O assunto está longe de esgotar-se mas a ocasião não permite estender-me mais. Penso ter passado uma idéia geral ainda que não tão circunstanciada das condições de realização das estruturas de valor concessivo no século XVII, em particular nos textos do Pe. Antônio Vieira.

 

Bibliografia

BECHARA, Evanildo. Estudos sobre os meios de expressão do pensamento concessivo em português. Rio de Janeiro, 1954.
DIAS, Augusto Epiphanio da Silva. Syntaxe Histórica Portuguesa. 3a ed. Lisboa: Clássica.
MATEUS et alii. Gramática da Língua Portuguesa. 2a ed. Lisboa: Caminho, 1989.
SAID ALI, M. Gramática secundária da língua portuguesa. Ed. revista e comentada por Evanildo Bechara. São Paulo: Melhoramentos, 1964.
. Gramática histórica da língua portuguesa. 5a ed. Revista por Maximiano de Carvalho Silva. Rio de Janeiro: Melhoramentos, 1965.
SILVA, Antônio de Moraes e. Dicionário da língua portuguesa. Fac-símile da 2a ed. (1813) Rio de Janeiro: Revista de Língua Portuguesa, 1922.

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